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Disney



Poucos lugares no mundo atraem crianças (e adultos) como a Disney. Há décadas o parque criado pelo gênio da animação habita a imaginação de várias gerações e já se tornou um símbolo da diversão e do entretenimento.

Tendo Mickey, Donald e amigos como anfitriões, os visitantes são levados a parques, estúdios de cinema e atividades que materializam fábulas, desenhos animados e histórias em quadrinhos.
Brinquedos emocionantes, incríveis experiências com animais selvagens e boas compras são algumas das inúmeras atrações de um conglomerado turístico muito profissional e hospitaleiro, com opções parta todos os gostos e todas as idades.

Disney World
O complexo Walt Disney World fica localizado na cidade Lake Buena Vista, na Flórida, bem perto de Orlando. É o maior complexo de entretenimento existente no mundo. Foi inaugurado em 1971, conta com inúmeras atrações, hotéis, lojas e até uma reserva natural.

Magic Kingdom
Magic Kingdom é o parque mágico do Walt Disney World. Um templo dedicado à fantasia, onde as crianças podem conhecer o castelo da Cinderela e os principais personagens de famosos desenhos da Disney, além de desfiles, shows musicais e apresentações incríveis. A atração Mickey Philarmagic, por exemplo, oferece aos visitantes a oportunidade de serem levados por Mickey e Donald a um passeio por clássicos do cinema. Tudo em 3D.

Texto desenvolvido para Revista Bebêmix.

Turismo com Crianças



Todos precisam de férias, e viajar pode ser o momento ideal de convívio e boas lembranças. Com a chegada das férias de verão a Bebêmix inaugura uma nova seção da revista, que pretende orientar e ajudar quem pretende viajar com a família.

Para esta primeira edição a Bebêmix destaca algumas dicas para evitar imprevistos e tornar sua viagem mais agradável e segura. Como não poderia deixar de ser, indica também uma excelente opção para quem pretende viajar com tranqüilidade, conforto e segurança.

Vai viajar com crianças?
  • Antes de tomar qualquer decisão, consulte e compare preços e roteiros.
  • Pense primeiro na criança, adultos costumam se adaptar com mais facilidade.
  • Respeite o relógio biológico da criança ao definir horários.
  • Malas devem conter apenas o necessário.
  • Informe-se sobre o clima antes de fazer as malas.
  • Não esqueça as vacinas, medicamentos, suplementos, utensílios e documentos.
  • Escolha o lugar mais silencioso e escuro do ônibus ou do avião.
  • Só escolha janela se a família estiver ocupando toda fileira de poltronas do avião.
  • Para não serem acordados com freqüência, bebês não devem ficar próximos aos banheiros.
  • Tenha à mão brinquedos ou jogos para distrair as crianças durante os deslocamentos.
  • Fique atento para a alimentação e hidratação das crianças durante a viagem.
  • Mantenha as crianças por perto.
  • Crie pontos de encontro em caso de alguém se perder.
  • Faça um seguro viagem.
Texto desenvolvido para Revista Bebêmix.

Curiosidades - Bebês e Crianças



Respirando e engolindo:
Os bebês conseguem respirar e engolir ao mesmo tempo. Esta faculdade é perdida logo nos primeiros meses de vida.

Faro
O sentido mais apurado de um bebê é o olfato. Quando nasce é o sentido utilizado para reconhecer a mãe.

Cabeção
Nos primeiros dias de vida a cabeça de um bebê representa cerca de um quarto do seu peso total.

Memória auditiva
Logo que nascem os bebês são capazes de reconhecer a voz da mãe. A voz do pai é reconhecida, em média, 15 dias depois.

Biometria
Um feto só desenvolve impressões digitais por volta dos três meses.

Progressão
Normalmente o peso de um bebê dobra em seis meses e triplica em um ano.

Veloz
Quando aprende a andar, uma criança dá 176 passos por minuto, em média.

Seco
Nas primeiras semanas o bebê chora sem lágrimas.

Alto
O choro do bebê alcança 110 decibéis. Para efeito de comparação, um aspirador de pó produz um barulho de cerca de 60 decibéis.

Texto desenvolvido para Revista Bebêmix

Brincar, a melhor forma de aprender

Brincando e aprendendo

Criança feliz é criança que brinca. Seja sozinha ou acompanhada de outras crianças, as brincadeiras devem fazer parte da vida infantil, pois contribuem para o seu aprendizado. O ato de brincar é profundamente identificado com a infância e deve ser incentivado de maneira a permitir o desenvolvimento da imaginação e conseqüentemente da inteligência.

Os brinquedos podem variar muito conforme idade e personalidade da criança. Devem sempre seguir as indicações etárias e podem funcionar como instrumento de aproximação e diversão com outras crianças e mesmo com os pais ou outros adultos.

Todo brinquedo é, de certa forma, educativo. Pelo fato de permitir analogias com o mundo real, por imitar ou representar elementos presentes na realidade, qualquer brinquedo pode incentivar a imaginação e fazer com que a criança compreenda melhor o mundo em que vive.

Os carrinhos e bonecas que tradicionalmente povoavam os sonhos das crianças de outros tempos foram substituídos por brinquedos que incorporam algumas das mais avançadas descobertas científicas. Mesmo assim, no entanto, o estado de espírito de uma criança diante de um brinquedo não parece ter variado tanto. Independente da tecnologia envolvida, toda uma rede de emoções e cognições podem ser representadas em um simples brinquedo.

Texto desenvolvido para a Revista Bebêmix

Estimule a curiosidade



A palavra curiosidade tem origem latina e significa desejo de saber, de desvendar, de ver. Nenhuma outra palavra tem uma relação tão direta com a infância. Aristóteles dizia que “todo homem tem o desejo de conhecer”. Esta sábia sentença se confirma na experiência, principalmente no convívio com crianças.

A curiosidade infantil é um fenômeno tão comum quanto necessário para o desenvolvimento da criança. Nesta fase de aprendizado contínuo e intenso, suas dúvidas são exatas expressões do que precisam para compreender algo que atraiu a sua atenção.

O desejo natural e instintivo de conhecer e entender as coisas que cercam a vida de uma criança, que genericamente podemos chamar de curiosidade, se manifesta gradualmente e passa por todos os sentidos.

No primeiro ano o bebê direciona sua curiosidade para processos interiores, que de alguma forma tentam entender a existência e se adaptar a este novo universo, tão diferente daquele onde passara metade da sua vida.

Embora com todos os sentidos ativos, neste período de “descobrimento” do “novo mundo”, o bebê importa-se pouco com o exterior, apenas o necessário para expressar a evolução da sua adaptação.

Ao final deste primeiro ano as coisas começam a mudar, quase sempre de maneira apressada. Os pequenos agora parecem muito mais atentos e entendem melhor os estímulos recebidos pelos órgãos sensoriais. 

Olham para tudo o que se move e estão bem alerta aos ruídos, principalmente vozes conhecidas.

A evolução deste período inaugural da curiosidade infantil leva à fase mais evidente do interesse da criança em entender o desconhecido, a fase do “por quê?”.

Nesta fase tão interessante as crianças são capazes de séries infinitas de perguntas, muitas delas impossíveis de serem respondidas. Algumas pessoas interpretam de maneira equivocada estas perguntas, muitas vezes proferidas em locais ou momentos inconvenientes, e as reprimem. Estas manifestações de curiosidade, guardadas as orientações de praxe, devem receber tratamento exatamente contrário.  Responder sempre que possível às perguntas das crianças contribui para sua compreensão da realidade em que vive.

Respostas pacientes e didáticas são extremamente importantes para auxiliar na ordenação da avalanche de conhecimentos adquiridos pelas cabecinhas em tão breve tempo. Quase sempre as melhores respostas são as mais sintéticas, mas podem ser um pouco mais longas quando a complexidade da pergunta exigir.  Não se deve estranhar, no entanto, se no meio de uma explicação a criança demonstrar completo desinteresse pela resposta, mesmo depois de uma seqüência de perguntas. A efemeridade e mudança brusca de direção são características muito presentes na curiosidade infantil. Muitas vezes uma pergunta feita por uma criança busca uma resposta muito diferente do que imaginam os adultos. Perguntas aparentemente sem sentido também ocorrem pelo mesmo motivo.

Conviver com crianças costuma trazer experiências marcantes nesta fase da curiosidade à flor da pele. Perguntas inconvenientes, analogias geniais e a incrível memória para detalhes irrelevantes quase sempre deixam lembranças muito agradáveis e muitas vezes engraçadíssimas.

Assim como a curiosidade das crianças não se resume a perguntar, além da paciência e empenho nas explicações existem outras formas de nutrir e estimular esta curiosidade. De certa forma, pode-se afirmar que toda interação que a criança faz com o mundo ao seu redor é movida ou permeada pela curiosidade.
 A partir dos dois anos e durante toda infância a criança torna-se mais curiosa e utiliza todos os sentidos como forma de conhecer o ambiente. Coloca na boca tudo que encontra, a mão onde não deve, olha e ouve tudo e está sempre atento a qualquer cheiro. Na infância os sentidos estão particularmente mais aguçados, mas dedicam-se a uma compreensão mais prática e objetiva e menos reflexiva.

Seja ao observar os adultos do seu convívio, seja  nos jogos e brincadeiras ou nas estórias que ouvem com profundo interesse, a curiosidade infantil está presente  no cotidiano da criança, de forma a preencher suas dúvidas, mesmo aquelas que ainda não foi capaz de formular verbalmente.

Cada vez que a curiosidade de uma criança é satisfeita, mais subsídios ela terá para enfrentar a próxima dúvida e assim sucessivamente, formando uma estrutura de conhecimento que vai se ordenando á medida que compreende cada nova parte, cada novo aspecto da realidade. Este conhecimento acumulado nunca é completo e nem se acumula ordenadamente, o que exige permanente confirmação e dá origem a novas e infinitas dúvidas.

O processo de nutrir a curiosidade com mais curiosidade é instintivo e, portanto, natural, o que torna o estímulo à curiosidade infantil uma maneira eficiente e segura de fortalecer a capacidade intelectual da criança.

Estimular a curiosidade infantil de maneira mais ampla pode enriquecer suas capacidades cognitivas, sua criatividade e sua imaginação, além de tornar a criança mais segura e menos suscetível a dificuldades no aprendizado. Contar estórias, incentivar jogos e desafios, e principalmente dar atenção às sua curiosidade contribuem com a formação da personalidade e definição do caráter.

Texto desenvolvido para Revista Bebêmix

Dicas de saúde - Recém-nascidos



Dicas de saúde: 
Nesta edição especial de Natal a Bebêmix destaca algumas informações importantes para quem já ganhou o seu presente. Veja as dicas de saúde para bebês recém-nascidos.

Acompanhamento Médico
Sempre é bom reforçar que apenas o constante acompanhamento médico pode garantir a plena segurança dos bebês de qualquer idade, mas principalmente os recém nascidos.

Amamentação
O leite materno é a melhor e mais completa forma de nutrir um recém nascido. Inúmeros estudos comprovam ser este o alimento completo e sua relação com o desenvolvimento saudável da criança. Mudanças nesta dieta só devem ocorrer quando recomendadas pelo médico.

Proteja sua jóia
O bebê está em um ambiente completamente novo. Estímulos desconhecidos como luz e frio  provocam insegurança e medo. O contato e o carinho são tão importantes quanto manter a temperatura adequada, evitar o barulho e o excesso de luz. Estes são os cuidados essenciais para a sensação de segurança e conforto que o bebê precisa para o rápido desenvolvimento deste estágio.

Sono
A sabedoria popular já dizia que a criança cresce enquanto dorme. São cada vez mais freqüentes estudos científicos que confirmam esta tese e vão além. Dormir bem é tão importante para o desenvolvimento do bebê quanto a alimentação. Durante o sono o organismo do bebê produz os hormônios necessários para seu desenvolvimento e manutenção, o que justifica dormir entre 16 e 20 horas por dia, em períodos irregulares. Para um bom sono o bebê precisa de silêncio, pouca ou nenhuma luz, ambiente aconchegante e vestimenta adequada ao clima.

Texto desenvolvido para Revista Bebêmix